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via Ípsilon.
Crise instala-se nos museus norte-americanos
O Getty Museum em Los Angeles, considerado o mais rico do mundo, está a reduzir o seu orçamento em 25 por cento
A
crise chegou mesmo aos museus. O Getty Museum em Los Angeles,
considerado o mais rico do mundo, está a reduzir o seu orçamento em 25
por cento. A notícia foi dada pelo jornal britânico "The Telegraph".
Este
centro de artes tem 216 milhões de dólares (166, 1 milhões de euros)
para gastar este ano, menos 284 milhões (218,4 milhões) do que o
orçamento do ano passado.
Como resultado deste corte, James
Wood, presidente do Fundo Paul Getty, disse ao jornal britânico que o
museu irá receber menos exposições e comprar menos obras de arte.
Acrescentou ainda que a dotação do fundo está em risco de cair a pique
se a crise se agravar.
Desde que abriu em 1982 o fundo cobriu as despesas com os rendimentos das suas aplicações.
No museu encontram-se algumas das colecções mais importantes do mundo, obras de Van Gogh, de impressionistas franceses e de mestres do século XIII italiano.
Mas o Getty Museum não é caso isolado. O jornal refere ainda que o Philadelphia Museum of Art anunciou cortes de sete por cento nas suas equipas e está também a reduzir o orçamento. O mesmo aconteceu com o Metropolitan Museum of Art de Nova Iorque.
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E agora posso ser snob e dizer: "eu estive lá em agosto 2008"!
Mas também posso referir que este museu quer pelas obras que mostra, quer pelo seu espaço/sua estrutura, foi um dos melhores museus que alguma vez visitei. Se vivesse em LA, voltaria ao Getty uma vez por mês. Seguramente!
Looking back... on my posts!
Para Bath.
Confesso que já não aguentava Nottingham nem mais um bocadinho e quando passei à fase irritante de escrever o relatório sem ter de ter mais meetings e meetings e mais meetings na universidade (já para não falar de que acabei o labwork na semana passada).... Tudo em Nottingham me pareceu mais chato e tornou-se mais apetecível vir visitar o Pedro.
Além de que descobri que sou capaz de ter boleia para Heathrow! yeah! :) poupa-se na viagem boring do autocarro.
Domingo lá iremos os dois (how exciting!)! :)
and now, back to the writingz... blergh!
Hoje tive um dos momentos mais embaraçosos da minha vida. Sinto-me tão triste.
Tal como disse no outro dia a uma amiga minha, "quando algo não corre bem, há sempre uma boa razão para isso acontecer!" (ou melhor dizendo, não acontecer)
Hoje apetece-me tapar-me num covil, enfiar-me num buraco, sair só no dia em que o Pedro voltar para o UK e ir ter com ele. Apetece-me despachar tudo e acabar o trabalho o mais depressa possível, desistir das coisas, virar costas e esperar pelo próximo projecto. Este é interessante, mas é demasiado frustrante para dois meses.
Estes ultimos dois dias fui visitar o Sequoia & Kings Canyon National Parks.
Seguem-se posts com muitas fotografias.
Mas antes tenho de fazer um post de relato a um acontecimento inedito:
No dia de ontem, chegamos a tarde ao parque e decidimos dar algumas voltas pela parte do Sequoias National Park. Vimos a sequoia mais maior grande de todo o Mundo. Alias, e' mesmo a maior arvore em todo o Mundo. Em volume! Porque em altura isso e' um recorde guardado por uma outra sequoia, Sequoia sempervirens.
Cultura 'a parte, e voltando ao acontecimento inedito... Portanto o que realmente aconteceu foi que a minha querida G9 deixou de tirar fotografias. Como, perguntam voces? Simples, funcionava tudo menos a parte mais importante de uma maquina fotografica: o botao que comanda o registo de imagem!! Como assim, perguntam voces? Simples, no inicio reparei que a maquina andava a tirar fotografias sem que eu carregasse sequer num botao qualquer; depois desses momentos muito freneticos em que eu nao sabia o que fazer senao desligar a maquina, quando a voltava a ligar, nao conseguia tirar fotografias. Nao e' que o botao tivesse ficado entalado ou qualquer coisa assim, a molinha dele funciona bem. Simplesmente, a maquina marou! Chegou a um ponto que nem em modo de playback os outros botoezinhos de edit funcionavam...
Nao queiram imaginar o meu desespero...
Cheguei 'a noite ao Three Rivers Inn e experimentei ligar a maquina para ver se ja funcionava. E de facto ja estava de volta ao seu estado normal, carregava no botao as vezes que quisesse, que ele fazia o que era suposto.
Ha coisas do camandro!....
Hoje, o dia todo, funcionou perfeitamente.
Digo-vos, ao pe de uma maquina que nao responde ao comando dado, a treta de um pozinho ranhoso na lente nao e' nada!!!
Conclusao: se dizer que estou desiludida com a minha G9 e' dizer pouco, entao nao sei o que vos diga... sniff
Agora funciona, bem sei. Mas porque e' que marou?! e quando e' que vai voltar a acontecer isto?! (espero que nao aconteca!!)
Estou desolada. Mas sinto que desolada e' uma palavra que me parece pouco para descrever como estou....
Ha uns dias achei estranhissimo a minha G9 me parecer muito cheia de po. Pensei ate "deveria pensar em sentar-me e limpar tudo isto!"
Hoje de manha, a tirar umas fotografias da paisagem que via... reparei numa mancha na imagem. Onde quer que apontasse la estava ela. Fazia zoom in, zoom out, e la estava a mancha (mais pequena ou maior). OK... ja percebi.
Tenho uma particula de po agarrada a uma das lentes do meio na minha canon powershot G9!
Um crime!!!!!!!1
Ja fui a procura de maneira de resolver isto, mas pelo que parece isto e' um problema que surge pois a canon tem um defeito de construcao, arquitectura, engenharia. A peca e' unica e o facto de abrir e fechar sempre que a ligo ou desligo, faz com que o po se agarre ao material e acabe por encontrar modo de se entranhar cada vez mais nos confins da maquina.
Prognosticos? ate agora soam muito mal: nos foruns que ja li ate agora, so devo ter sorte se conseguir que a Canon Service me limpe a optica toda de graca, pois ainda tenho garantia; mas isto nao devera adiantar de nada, pois nada me garante que daqui a 6 meses nao volte a ter o mesmo problema! Alias, se nao fizer nada, a tendencia e' acumular imenso po.
Os problemas relativos a po' nesta maquina so comecaram a ser discutidos a partir de Abril / Maio. Nao fui a tempo de descobrir este pormenor antes de tornar meu um dos seus exemplares...
Estou tao triste... :(
Hoje é dia de voltar para Lisboa.
O assalto ao BES na R. Marquês de Fronteira anda na ordem do dia. Ainda no outro dia lá passei e comentámos os dois (quem é que haveria de ser o parzinho? :) ) que aquilo ali eram só bancos seguidos uns aos outros. Para azar dos utentes e funcionários do banco, houve por ali uma escolha daqueles dois bandidos sem nome e deu-se aquela tragédia a que Portugal não está nada habituado.
Não me vou pôr com dissertações eloquentes sobre o sucedido, pois sei bem que não sou comentadora prolífica em observações acutilantes e cirúrgicas sobre os acontecimentos da actualidade.
Queria só comentar uma coisa simples.
A minha parca (e felizmente que é parca!) experiência com assaltantes remonta ao nervoso dia 13 de Fevereiro do corrente ano. Tudo o que tenha vindo após este dia, que seja referente a assaltos à mão armada faz-me sempre lembrar a desgraça moral que verifiquei naqueles dois bandidos anónimos que se apresentaram naquele dia à nossa frente com armas em punho. Assustador, claro. Mas analisando a questão, e olhando para este acontecimento em Campolide, fico sempre a matutar no mesmo. O que leva uma pessoa a querer assaltar outra? A querer ameaçar com uma arma de fogo pessoas inocentes só para lhes tirar o dinheiro? Ainda por cima falamos, nestes dois casos, em estrangeiros! Vêm do seu país para causar o caos noutro país? Mas a sua prioridade foi essa quando sairam do seu país de origem? O assaltante de Campolide, que sobreviveu, tinha emprego!
Será o desespero da pobreza? A ganância de ter mais do que o vizinho? Os que prevaricam [oh, o meu vocabulário está a tornar-se eclesiástico] confiam mesmo na sua sorte de viverem o resto das suas vidas ilesos sem consequências?
São pessoas pobres. Não é só pobreza financeira. É pobreza de juízo. Isso é que é realmente desmoralizante.
Mas estes anónimos que actuam em actos de desespero são castigados. Faltam aqueles outros anónimos que vivem à custa dos vícios das sociedades por esse Mundo fora; que o público em geral desconhece. Outros tantos que, se calhar já não são pobres financeiramente falando, mas mantém-se pobres no seu juízinho...
E o que mais me faz confusão acima disto tudo: as pessoas não se importam de morrer sabendo que deixam o Mundo um local pior para outros viverem?... Estão-se nas tintas para a marca que deixam no Mundo que conheceram.
Acontecimentos como este fazem lembrar-me um senhor que conheci em Nottingham, o Brian, enquanto esperávamos para ser atendidos numa loja da Vodafone. Brian disse-me "Portugal?! Li algures que é o melhor país para se viver!" Eu, meia incrédula, respondi "Deve ser da qualidade do ar no campo..."
Mandei uma candidatura para PhD em Nottingham [sim, também, mas há milhentos research groups!....] e o professor respondeu-me no dia seguinte a dizer que a "position is taken".
Já se torna um hábito isto de esperar e receber notícias que desiludem. Não se preocupem, não fiquei tristíssima. Afinal a data projectada para começar aquele trabalho era Maio. Era mais que natural que já tivessem um candidato escolhido. Mas a vida continua, claro....
Entretanto vou aviando receitas a pessoas mal-educadas, vou ouvindo recomendações de que tenho de ser mais agressiva a vender produtos de saúde, e que não posso ser fofinha e fazer favores a toda a gente.
Resumindo e concluíndo, como é que vim aqui parar??
Eu tenho um sonho. O de ser a pessoa que assina as folhas de formulação para o dossier de um produto farmacêutico. Sim, é isso mesmo, quero chegar a senior scientist.
Como é que vou lá chegar?
[...]
...E é por isso que estou a ouvir Interpol. E a seguir acho que vou pôr Smiths
As pessoas que me têm visto dizem que desde que voltei tenho estado cabisbaixa e pouco animada.
É por ter voltado.
É claro que é bom voltar: ver a minha mãe, ver os amigos e matar saudades de casa.
Mas é um benefício que me chateia imenso, visto que o risco da vida indefinida ainda se mantém.
Notícias? Nada! Até chateia não ter notícias. E quando aparecem, são sempre dores de cabeça...
Já não há paciência para o que faço cá.
Cada vez que penso nisto só me apetece dizer "vou virar hamburguers para o UK!" pode ser que descubra um talento escondido...
Será que a minha sorte muda em Abril?
Parece que não me apetece fazer mais nada senão sentar-me e esperar...
... pelo Pedro chegar.
... por uma resposta de Bath.
... que o Natal venha e 2008 também.
... pelo dia em que tenho forçosamente de tomar uma decisão.
Eu tenho essa sensação desde que cheguei a Lisboa. Peguei no livro entusiasmada para o ler (e reler a parte que já tinha lido). Mas não sei o que se passa comigo, não tenho vontade de o acabar. Talvez porque me deixa demasiado triste. Ou melhor, talvez porque eu já esteja num espírito assim e simplesmente o livro faz-me lembrar o quanto me sinto dessa maneira.
Não me interpretem mal, o livro é fantástico, é muito bonito. Um dos melhores que já li. No entanto acho que estou a lê-lo numa altura errada da minha vida.
Por isso é que fujo de um livro.